Descrição

A Casa DO JOA ergue-se na aldeia de Parada, a 20 km de Bragança. Aldeia típica transmontana cujo nome está etimologicamente associado a circunstâncias históricas e geográficas como um lugar de “paragem”. Talvez por isso seja uma aldeia onde o tempo teima em passar devagar, sem pressa de chegar a lugar nenhum.
Reabilitando um velho palheiro e preservando as suas paredes originais de pedra, nasceu a nova adega que acolhe este projeto sonhador. Apesar de ser uma nova estrutura, foi mantida a harmonia sem desvirtuar a paisagem.
É nesta terra que JOA (Jorge Ortega Afonso) tem as suas origens e fez todo o sentido chamar Casa ao lugar onde a alma se sente feliz.
Parada é uma terra alta, esta a cerca de 800 m de altitude. Em tempos doutras gentes, foi uma terra rica em estanho e volfrâmio. No tempo destas gentes, é rica em castanheiros, oliveiras e vinhas. Estas em especial, são puras, muitas em regime de pé-franco e resistentes à filoxera, têm mais de 130 anos e mais 20 castas diferentes. Por serem centenárias e devido às enxertias feitas por outras gerações, há cepas que conseguem carregar diferentes castas nas diferentes varas.
Produzir vinho é já uma antiga tradição das gentes da aldeia e a família JOA não é exceção. É com paixão que todos se juntam e comemoram mais um ano da bela alquimia que é transformar o bago em vinho.
Para que esta prática não se perdesse no tempo, JOA tomou as rédeas da produção familiar. Como nem só de vinhas JOA são feitos os campos de Parada, incentivou os aldeões a não esquecerem com ele para que este património não desapareça. Estudou, aprendeu e enriqueceu os seus conhecimentos. Aliando as mais recentes tecnologias enológicas aos ensinamentos das gerações anteriores, criou o Alto DO JOA. Um vinho com espírito antigo mas cheio de força para durar até que o tempo decida parar.