Descrição

“A Caminhos Cruzados surge pela iniciativa e vontade da família Santos, natural de Nelas, determinada a regressar às suas origens para investir numa antiga paixão, o vinho do Dão. A ligação ao vinho nasce nas gerações mais velhas mas foi passada às jovens Lígia e Francisca que, desde cedo faziam as vindimas em família e entre amigos, reunindo todos num pequeno lagar em casa, dando origem a um vinho caseiro.

É em 2012 que Paulo Santos decide voltar a dar vida a esta tradição e cria uma empresa familiar, dirigida por Lígia Santos que troca Lisboa e a advocacia pelo vinho e ruma a Nelas para dirigir os destinos do projeto. Os seus vinhos são feitos a partir de uvas de produção própria e de produtores selecionados, reconhecidos pela sua qualidade e excelência de castas, todos na região do Dão. A filosofia da empresa baseia-se na produção de vinhos de qualidade, com uma vertente de tradição aliada ao modernismo e constante diferenciação que o mercado exige, é neste contexto que os vinhos da Caminhos Cruzados surgem como “O Novo Dão”.

O nome vem do pensamento familiar de que a vida não se faz sempre por caminhos retos e que, pelo contrário, há percursos mais atípicos que nos levam a lugares incríveis. O lema é que cada vez que dois caminhos se cruzam, algo de fantástico pode acontecer, como acontece atualmente com os membros da família, com formações e vivências distintas, cujos percursos se cruzam no projeto. A empresa (vinhas e adega) situa-se na zona do Dão, mais especificamente em Nelas. Em 2017, foi inaugurada a nova Adega, de arquitetura arrojada e que emerge das vinhas da Quinta da Teixuga.

A Adega, inspira-se no logótipo da empresa, duas linhas que se cruzam e encontra-se perfeitamente integrada no ambiente. É consciente na estética e também na sustentabilidade e permite a prática do enoturismo. Recentemente, a Caminhos Cruzados passou a integrar o Grupo Terras e Terroir, detido pelos empresários Paulo Pereira e casal Maria do Céu Gonçalves e Álvaro Lopes, de que fazem parte, ainda, a duriense Quinta da Pacheca e a Quinta do Barrilário, em Armamar.”